Sucessão
Joint tenancy: quando a titularidade conjunta faz sentido?
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Compartilhar a titularidade de um patrimônio também exige planejamento.
Cris Teixeira, cofundadora e CEO da Astride, e Guilherme Bachur, diretor tributário responsável pela área Brasil, explicam o conceito de joint tenancy with rights of survivorship e os cuidados ao utilizar essa forma de titularidade em uma estrutura internacional.
A conversa aborda o regime de bens do casal, a contribuição de cada titular e os possíveis impactos de incluir familiares que não participaram dos aportes. Uma visão integrada para conectar as escolhas feitas no exterior aos seus reflexos no Brasil.
Conteúdo educativo. A adequação da estrutura depende da situação familiar, patrimonial e das regras aplicáveis em cada país.
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3:16SucessãoTrust revogável: planeje o futuro do seu patrimônio no exterior
Planejar a sucessão é organizar hoje como você deseja que seu patrimônio seja transmitido no futuro. Neste vídeo, Cris Teixeira, cofundadora e CEO da Astride, e Guilherme Bachur, diretor tributário responsável pela área Brasil, apresentam o trust revogável e conversam sobre sua utilização no planejamento sucessório internacional, a definição de beneficiários e a possibilidade de ajustar as disposições ao longo da vida. Também explicam como o instrumento é tratado na declaração brasileira e o papel do instituidor e dos beneficiários nesse contexto. Conteúdo educativo. A estruturação e o tratamento tributário de um trust dependem de seus termos e da legislação aplicável.
2:07SucessãoJoint tenancy ou trust: como planejar a sucessão no exterior
Joint tenancy e trust são instrumentos diferentes, que precisam acompanhar a realidade de cada família. Neste vídeo, Cris Teixeira, cofundadora e CEO da Astride, e Guilherme Bachur, diretor tributário responsável pela área Brasil, comparam as duas alternativas, abordando titularidade conjunta, definição de beneficiários, flexibilidade e organização da sucessão. Entenda os principais pontos dessa escolha e por que o planejamento sucessório deve fazer parte da construção de uma estrutura patrimonial internacional. Conteúdo educativo. A escolha do instrumento exige análise individual da estrutura, dos objetivos familiares e das regras aplicáveis.
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